2.8.06

" Se bichona vier pra cima de você, pode bater, pode meter a mão na cara"

Semana passada eu assistí pela tevê uma estatística sobre o homossexualismo. A reportagem dizia que nenhum aluno gosta de sentar ao lado de colegas gays. Então começaram a dizer que deveríamos acabar com a discriminação, que a gente (os homens heteros) deveriamos gostar de sentar ao lado dos homossexuais, pois eles são pessoas normais. Um líder de um dos grupos gays então começou a dizer que as crianças devem ser educadas para se acostumarem com o homossexualismo, pois o homossexualismo não é um pecado, nem uma doença que pega, mas que, segundo lá ele, é uma coisa normal e gostosa. E para piorar a situação, liberaram a doação de sangue por parte dos homossexuais, eles não fazem mais parte dos grupos de risco[???]
Imagine agora a situação: você ou eu desesperados por causa de um parente que com urgência precisa receber doação de sangue e de repente vem de lá um sujeito, que logo você percebe que lá ele queima o FIOFÓ de lá ele, com requintes de crueldade, de forma perversa, abjeta e hedionda, e que este mesmo indivíduo vai passar o sangue dele para teu familiar.
Eu não vejo a hora em que todo cidadão descente, trabalhador e honesto poderá voltar a matar quantos homosseais queira. Apedrejados, enforcados, eletrocutados, espancados, estrangulados, esfaqueados ou através de qualquer outro meio que cause a estes miseráveis muita dor e sofrimento.
Na noite anterior à reportagem eu fui ao Shopping, no Yan Ping, o shopping estava lotado por causa dum show ao vivo, procurei uma mesa vazia e não encontrei. Havia uma mesa com um saco vazio em cima, aproximei para sentar-me, quande de repente apareceu um cara com uma bandeja e disse que não se importava em dividir a mesa. Eu agradecí e me sentei. Cantavam uma daquelas músicas de Elis Regina ao que o sujeito fez um elogio à finada cantora. Da minha parte eu concordei e acrescentei que ao contário da maioria das músicas modernas,as músicas de Elis permaneceriam, pois as letras eram muito bem feitas. O desavergonhado então fez um trocadilho típico dos boiolas, com intenção de me cantar...
O sangue começou a me subir pelo gurgominho... eu fiquei sério, baixei a cabeça e me controlei, engolí minha comida chinesa com amargura no coração, o sem vergonha ainda fez mais um comentário descabido ao qual eu levantei meus olhos injetados de sangue... naquela hora eu não me controlei mais, fechei a mão e me subiu uma vontade enorme de levantar o desgraçado pelo garguelo e dar-lhe um soco (vide Pai Mei no filme Kill Bill volume II) na região do pequeno buxo, a música parou, o barulho dos presentes silenciou... a última coisa da qual me lembro ter visto foi o miserável saindo de perto de mim correndo ligeiro em direção às escadas rolantes.
Que maldição, não se pode mais ficar em paz em uma praça de alimentação, o único direito que estes desgraçados merecem é o de morrer.